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  • Visão Guide: véspera de decisões

    25 jul, 2017

    Os mercados no exterior mostram menor aversão a risco, após bons dados da Alemanha. As bolsas da Europa sobem; e as elevações do petróleo e do minério de ferro contribuem para isso. O dólar, por sua vez, opera relativamente estável. Todos esperam o Fed, amanhã. Aqui, no Brasil, volume baixo de chuvas em julho aumenta a probabilidade da bandeira vermelha; e Fazenda se vê pressionada, diante de riscos de não atingirmos a meta fiscal deste ano (apesar da recente elevação de tributos).

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  • Mercados Hoje: de amarelo para vermelho?

    25 jul, 2017

    Os mercados no exterior mostram menor aversão a risco, após bons dados da Alemanha. As bolsas da Europa sobem; e as elevações do petróleo e do minério de ferro contribuem para isso. O dólar, por sua vez, opera relativamente estável. Todos esperam o Fed, amanhã. Aqui, no Brasil, volume baixo de chuvas em julho aumenta a probabilidade da bandeira vermelha; e Fazenda se vê pressionada, diante de riscos de não atingirmos a meta fiscal deste ano (apesar da recente elevação de tributos).

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  • Segundo Tempo: “o número será alcançado”

    24 jul, 2017

    No exterior, os mercados internacionais seguem mostrando menor aversão a risco, sem grandes direcionadores econômicos. O destaque ficou por conta da reunião da Opep, que impulsionou a cotação do petróleo. Em Nova York, as bolsas reduzem suas perdas; enquanto na Europa, as bolsas encerram sem direções claras. Os investidores também estão atentos aos balanços corporativos. Por aqui, o Ibovespa contraria o movimento dos pares americanos e avança. Do lado “macro”, destaque para o Boletim Focus.

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  • CARTEIRA DE AÇÕES SEMANAL (24/07 A 31/07)

    24 jul, 2017

    Voltamos a nos focar no front “micro”, por conta da temporada de resultados, que continuará no centro das atenções. Brasília segue em recesso parlamentar, mantendo este noticiário mais “leve”. Do lado “macro”, esperamos que o BC leve a Selic para 9,25%, dos atuais 10,25%, mas isto já está praticamente precificado pelo mercado. Por fim, o cenário internacional segue favorável, e é o que tem permitido, em nossa opinião, tamanha melhora dos mercados locais.

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  • Visão Guide: uma inflação em 3,33%?

    24 jul, 2017

    É semana importante, com decisão do Fed e de COPOM. A temporada de resultados segue a todo vapor, lá fora, e também aqui no Brasil. A semana começa de forma menos favorável para ativos de risco e, após dias bastante positivos para os mercados locais, não podemos descartar alguma correção. Precisamos lembrar: o recesso parlamentar em Brasília termina esta semana. No início de agosto, o front político volta a se sobrepor.

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  • Mercados Hoje: deixou de cair

    24 jul, 2017

    É semana importante, com decisão do Fed e de COPOM. A temporada de resultados segue a todo vapor, lá fora, e também aqui no Brasil. A semana começa de forma menos favorável para ativos de risco e, após dias bastante positivos para os mercados locais, não podemos descartar alguma correção. Precisamos lembrar: o recesso parlamentar em Brasília termina esta semana. No início de agosto, o front político volta a se sobrepor.

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  • Segundo Tempo: eles compreenderão

    21 jul, 2017

    No exterior, os mercados internacionais seguem mostrando maior aversão a risco, sem grandes direcionadores econômicos, diante da queda das commodities, e com bolsas em queda, não só na Europa, mas também nos EUA. Aliás, investidores também estão atentos aos balanços corporativos nos EUA; na Europa, reações às notícias do jornal Der Spiegel. Por aqui, o Ibovespa continua com desempenho mais negativo, em linha com o exterior. Do lado “macro”, destaque para o resultado das contas externas.

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  • Visão Guide: dia de ajustes

    21 jul, 2017

    Lá fora, sem muitas novidades no front macro, os mercados ainda repercutem as palavras de Mario Draghi, e investidores estão atentos à investigação que envolve Trump e a Rússia. Estende-se, agora, às finanças do presidente americano. No Brasil, elevação de impostos ficou acima do esperado, terá impacto sobre a inflação, mas há espaço para isso. O BC, na próxima semana, deve cortar a Selic de 10,25% para 9,25% ao ano, apesar disso. Temer volta a Brasília hoje, após viagem à Argentina.

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